24/01/2018

Sistema de Alerta contra Mosca-das-Frutas chega Ó Serra ga˙cha

 

A região da Serra do Rio Grande do Sul já conta com o “Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas”, um serviço de monitoramento constante do inseto Anastrepha fraterculus que avisa o produtor com antecedência sobre a presença do inseto na região. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Embrapa e a Emater/RS-Ascar com o apoio das secretarias municipais de agricultura de Bento Gonçalves, Farroupilha e Pinto Bandeira. 
 
A rede de monitoramento utiliza armadilhas McPhail (do tipo bola), iscadas com proteína hidrolisada – um atrativo que captura as moscas com maior eficiência. O programa preconiza a instalação de uma armadilha por hectare, que são vistoriadas por um técnico para contagem da mosca-das-frutas.
 
De acordo com a Embrapa, esse material é conduzido ao Laboratório de Entomologia, no qual é feita sua análise. Os dados apurados compõem o conteúdo dos boletins informativos com informações sobre os insetos coletados nas armadilhas e orientações tanto para os produtores como para os técnicos que farão o controle necessário.
 
Ainda segundo a Embrapa, “o monitoramento feito com as armadilhas do tipo bola é importante para indicar ao produtor se a população da mosca está alta ou baixa. Sabendo o tamanho do problema, ele pode tomar a melhor decisão”.
 
“Detectar a chegada do inseto com rapidez traz mais segurança a toda a cadeia produtiva, pois evita a tradicional aplicação de produtos por calendário, garantindo a produção de frutas de qualidade”, declara o pesquisador Marcos Botton, que coordena a ação na Embrapa Uva e Vinho, localizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.
 
“O sistema foi uma ferramenta fundamental para o controle da mosca, auxiliando no manejo correto, apoiando os produtores nas decisões e dando uma dimensão da infestação real”, avalia Ênio Todeschini, assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul.
 
O presidente do Sindocopel, Paulo Crochemore, diz que o Sistema de Alerta representa um diferencial para a indústria do pêssego, especialmente quando foram retirados os produtos químicos para uso pelo setor produtivo: “É uma ferramenta que auxiliou na recuperação das perdas em pomares e a melhorar a qualidade do fruto, pois havia muito pêssego contaminado que chegava à indústria e, por isso, muito desperdício”.
 
De acordo com a fabricante da armadilha ISCABOLA, o produto é muito eficiente em programas de monitoramento das mosca-das-frutas Anastrepha e Ceratitis. Normalmente é usada junto com atrativos como o ISCAmosca, que atrai a mosca-das-frutas para dentro da armadilha.
 
Segundo a Isca Tecnologias, a combinação da armadilha ISCABOLA com a ISCAmosca permite a adoção comercial de sistemas muito precisos de monitoramento, pois não necessita de mão de obra especializada para a identificação do inseto, uma vez que atrai especificamente mosca-das-frutas. Os dados de flutuação populacional auxiliam na tomada da decisão de controle.
A região da Serra do Rio Grande do Sul já conta com o “Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas”, um serviço de monitoramento constante do inseto Anastrepha fraterculus que avisa o produtor com antecedência sobre a presença do inseto na região. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Embrapa e a Emater/RS-Ascar com o apoio das secretarias municipais de agricultura de Bento Gonçalves, Farroupilha e Pinto Bandeira. 
 
A rede de monitoramento utiliza armadilhas McPhail (do tipo bola), iscadas com proteína hidrolisada – um atrativo que captura as moscas com maior eficiência. O programa preconiza a instalação de uma armadilha por hectare, que são vistoriadas por um técnico para contagem da mosca-das-frutas.
 
De acordo com a Embrapa, esse material é conduzido ao Laboratório de Entomologia, no qual é feita sua análise. Os dados apurados compõem o conteúdo dos boletins informativos com informações sobre os insetos coletados nas armadilhas e orientações tanto para os produtores como para os técnicos que farão o controle necessário.
 
Ainda segundo a Embrapa, “o monitoramento feito com as armadilhas do tipo bola é importante para indicar ao produtor se a população da mosca está alta ou baixa. Sabendo o tamanho do problema, ele pode tomar a melhor decisão”.
 
“Detectar a chegada do inseto com rapidez traz mais segurança a toda a cadeia produtiva, pois evita a tradicional aplicação de produtos por calendário, garantindo a produção de frutas de qualidade”, declara o pesquisador Marcos Botton, que coordena a ação na Embrapa Uva e Vinho, localizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.
 
“O sistema foi uma ferramenta fundamental para o controle da mosca, auxiliando no manejo correto, apoiando os produtores nas decisões e dando uma dimensão da infestação real”, avalia Ênio Todeschini, assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul.
 
O presidente do Sindocopel, Paulo Crochemore, diz que o Sistema de Alerta representa um diferencial para a indústria do pêssego, especialmente quando foram retirados os produtos químicos para uso pelo setor produtivo: “É uma ferramenta que auxiliou na recuperação das perdas em pomares e a melhorar a qualidade do fruto, pois havia muito pêssego contaminado que chegava à indústria e, por isso, muito desperdício”.
 
De acordo com a fabricante da armadilha ISCABOLA, o produto é muito eficiente em programas de monitoramento das mosca-das-frutas Anastrepha e Ceratitis. Normalmente é usada junto com atrativos como o ISCAmosca, que atrai a mosca-das-frutas para dentro da armadilha.
 
Segundo a Isca Tecnologias, a combinação da armadilha ISCABOLA com a ISCAmosca permite a adoção comercial de sistemas muito precisos de monitoramento, pois não necessita de mão de obra especializada para a identificação do inseto, uma vez que atrai especificamente mosca-das-frutas. Os dados de flutuação populacional auxiliam na tomada da decisão de controle.
 
Fonte: Agrolink