07/04/2021

ISCA NA MÍDIA - GLOBO RURAL DE ABRIL

 

ISCA NA MÍDIA

Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""

A revista Globo Rural publicou na edição de abril uma grande reportagem sobre defensivos biológicos e semioquímicos. O CEO da ISCA, Agenor Mafra Neto, foi entrevistado e falou sobre o assunto.
Mais informações [
https://lnkd.in/eNQya84]

Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 

 

Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""
Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""

Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""
Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""
Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""
Agenor Mafra Neto, CEO da Isca "...explica que semio­químicos são substâncias, em sua maioria feromônios, utilizadas para manipular o comportamento de algumas pragas, como a disrupção do acasalamento. "E a química natural que tem o poder de reduzir as aplica­ções de defensivos químicos em lavouras", explica. Na Filadélfia, o foco é utilizar feromônios para combater as pragas da soja, milho e algodão, co1no a lagarta do cartu­cho (Spodoptera frugiperda), o percevejo e o bicudo, pra­ga recorrente nas lavouras de algodão em todo o país. "O produtor tem de mudar a forma de pensar no manejo da lavoura e a empresa tem de entender que o agricultor precisa estar inserido no processo para que ambos en­contrem a solução", afirmou o executivo. 
José Maria Bortolli, um dos sócios do Grupo Bom Fu­turo, é um dos que mudaram a forma de pensar há tem­pos e, no manejo das lavouras do grupo, utiliza produtos biológicos há mais de 12 anos. Começou com a multipli­cação 011 farm de bactérias e fungos, como faz o produtor Vian, em Goiás, e abriu espaço para os demais produtos nas últimas safras. "Estamos preocupados com o meio ambiente e precisamos cuidar da terra e das pessoas, pro­mover uma agricultura sustentável", afirmou. "Precisa­mos reduzir a aplicação de defensivos químicos e vamos substituí-los por insumos biológicos." 
Em entrevista à Globo Rural, Mafra (que mora nos Estados Unidos, onde fica a sede da Isca) disse acreditar que o salto no mercado dos biológicos está acontecendo porque os custos desses produtos estão ficando mais re­duzidos e, ainda, porque as formas de aplicação se modernizaram. "Custo é fundamental para o agricultor e as soluções biológicas eram, até certo tempo, mais caras que os defensivos tradicionais", disse. 
Para otimizar os produtos biológicos em lavouras de grandes extensões, como as do grupo mato-grossense, a aplicação é feita por aeronaves e drones. ''A aplicação mecâ­nica também dificultava um pouco a eficiência dos produtos biológicos nos anos passados", apontou Mafra. "É eficiente em algumas plantações menores, mas, hoje, há tecnologias bastante avançadas para aumentar a eficiência das aplica­ções em grandes lavouras. As aeronaves conseguem cobrir mil hectares em poucas horas. Manualmente, isso levaria dias, talvez semanas. E, com as tecnologias dos drones, é possível entrar em pontos específicos da lavoura.""